domingo, 9 de dezembro de 2018

Picos de Europa: Peña Vieja




Segundo dia desta aventura em Los Urrieles.

Depois da "estopada bruta" do dia anterior hoje tínhamos pela frente mais verticalidades para vencer. O plano era fazer uma travessia desde El Cable até Vega de Urriellu, com ascensão ao Peña Vieja e passagem pela Collada Bonita. A pernoita seria no refúgio do Urriellu.

O Peña Vieja, com os seus 2.617m, é a 8ª montanha mais alta dos Picos de Europa.
Foi durante muito tempo considerado o ponto mais alto da Cantábria mas mais recentemente, em consequência de novas medições, viu-se "destronado" pela Torre Blanca (2.619m).
No entanto continua a ser o cume mais elevado dentro de território integralmente cantábrico.

Percurso muito exigente fisicamente, por terrenos extremamente caóticos e com declives muito acentuados. Portanto... Tudo normal... Estamos nos Picos de Europa!

Percurso efectuado:
El Cable > Canalona > Collado de la Canalona > Peña Vieja (2.617m) > Coteras Rojas > Collada Bonita > Jou Trás el Picu > Collado de la Celada > Canal de la Celada > Refúgio Delgado Úbeda (Urriellu).

Podem e devem espreitar aqui, numa incrível descrição do camarada Alexandre Matos!

Grande abraço ao Jorge e ao Alexandre, os "ganda malucos" companheiros de jornada.


Alguns dados técnicos:

Distância percorrida - 11 kms
Subida total - 1112m
Descida total - 990m
Altitude max - 2617m
Altitude min - 1852m
Tipo - Linear
Grau de dificuldade - Elevado

O momento em que passávamos para cima das nuvens e o céu azul se abria...

Um espectacular manto branco abaixo de nós

A enorme trepadela para o Collado de la Canalona.


Uma olhada atrás para contemplar a Aguja de la Canalona e ao fundo a Torre Blanca.

O Peña Vieja!
Mas que enorme paredão amigos!

O Maciço Oriental ou Maciço de Ándara.



Ganhando altura...


Chegada ao cume!

As vistas para Oeste, com a Torre Cerredo ao fundo.

As vistas para Norte com "El Picu" Urriellu e a Peña Castil em destaque.

As vistas para Este com o Maciço de Ándara e os Puertos de Áliva.

As vistas para Sul e a cumeada até á Penã Olvidada.

Ainda mais para Sul, as fabulosas Montañas Palentinas emergem das nuvens mostrando 3 velhos conhecidos:
Curavacas, Prieta e o "rei" El Espigüete!

Eu... por lá!

O cume do Vieja e em 2º plano o Maciço de Ándara.

A "equipa" no cume do Peña Vieja


E depois de descer do Vieja em segurança, descida onde é necessário todo o cuidado e concentração, era tempo de rumar a um local verdadeiramente mágico: a Collada Bonita!


 

terça-feira, 20 de novembro de 2018




Ascensão à Torre Blanca (2.619m), a 7ª montanha mais alta dos Picos de Europa e altitude máxima da província da Cantábria, Espanha.

Esta montanha situa-se na divisória das Províncias de Léon e da Cantábria nos Picos de Europa, mais concretamente no seu Maciço Central ou, como é mais conhecido por lá, Los Urrieles.

Caminhada duríssima, num percurso muito exigente, em foi necessário vencer um desnível positivo (subida total) superior a 1800 metros.
Percurso efectuado:
Fuente Dé > Canal da Jenduda > Cabana Verónica > Collada Blanca > Torre Blanca (2.619m) > Tiro Casares > Hoyo del Sedo > Vega de Liordes > Tornos de Liordes > Fuente Dé

E perguntam vocês:
- Mas não podiam ter começado e acabado a caminhada em El Cable? Era bem mais fácil!
- Sim, podíamos! Respondo eu... Mas não era a mesma coisa!

Mais informação aqui, numa incrível e apaixonada descrição do camarada Alexandre Matos!

Grande abraço ao Jorge e ao Alexandre, os incansáveis companheiros de jornada.


Alguns dados técnicos:

Distância percorrida - 18,6 kms
Subida total - 1803m
Descida total - 1803m
Altitude max - 2619m
Altitude min - 1097m
Tipo - Circular
Grau de dificuldade - Elevado

A exigente subida para o cume (© Alexandre Matos)

Absolutamente incrível!




Zoom ao sector da Torrecerredo... Brutal!

A "equipa" no cume da Torre Blanca (© Alexandre Matos)


 

terça-feira, 6 de novembro de 2018



Serra do Gerês, 1 de Novembro de 2018.
(Fotografia de Alexandre Matos © Todos os direitos reservados)


A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade...
Com a idade do meu fim!
A culpa é da vontade

(António Variações)

 

quarta-feira, 29 de agosto de 2018




Visita á mais alta serra de Portugal continental com o propósito de, a partir do Covão D'Ametade, conquistar o conjunto dos três Cântaros (o Magro, o Raso e o Gordo).
A este percurso circular foi acrescentada a passagem pela Torre, apenas e só, pelo facto de ser o ponto mais alto. De interessante lá nada existe, apenas lixo espalhado por todo o lado e muito ruído.
O desafio era exigente mas a equipa esteve á altura das dificuldades e a demanda foi superada com sucesso.
O percurso é exigente fisicamente, mas tem muita beleza para oferecer, percorrendo aquela que considero ser a zona mais interessante e montanheira da Estrela.

Percurso efectuado:
Covão D'Ametade > Covão Cimeiro > Cântaro Magro (1928m.) > Cântaro Raso 1916m.) > Covão do Boi > Torre (1993m.) > Cântaro Gordo (1875m.) > Lagoa dos Cântaros > Covão D'Ametade.

Abraços a todos e em especial ao Alexandre e ao Jorge, os camaradas de jornada!
Boas caminhadas!

 

quarta-feira, 20 de junho de 2018




Ascensão ao ponto mais elevado que podemos encontrar em território português: A montanha do Pico!
O "nosso Everest" atinge os 2.351 metros de altitude e encontra-se na ilha com o mesmo nome, no arquipélago dos Açores.
Um beijo enorme á Mónica, a melhor de todas as companhias, por mais esta prova de resiliência e superação. És grande!














 

segunda-feira, 9 de abril de 2018




 

domingo, 11 de março de 2018




Percurso efectuado:
Lindoso > Portamaceira > Gavião > Torre Grande > Chã da Torre > Cimbros > Laje das Eiras > Cruz do Touro (1.232m) > Ramisquedo > Fojo Velho do Colado da Porta > Colado da Porta > Alto do Corisco (1.265m) > Rebordo Feio > Rebordo (1.091m) > Travanquinha > Porto Chão > Lindoso.

Distância percorrida: 23 Kms.


Cabana do Gavião.

Ponte sobre a Ribeira do Gavião.


Antigos cortelhos que serviam para abrigo e recolha de animais.

A Torre Pequena, inacessível, vista desde a Grande.
Local que exerce em nós um magnetismo inacreditável!


A ponte de Portamaceira, junto da confluência do Rio Cabril com o Ribeiro dos Madornos

O passado e o presente...

A Chã da Torre

Cabana da Chã da Torre com a Torre Grande ao fundo

Um outro abrigo em ruínas...

Agora era tempo de iniciar a enorme e penosa subida até á Cruz do Touro

Do outro lado do vale, a espectacular corga do Ribeiro da Escada

Absolutamente incrível e mágico o vale do Rio e da Mata do Cabril!

A Corga da Volta

Sobe de forma implacável e ininterrupta desde a Chã da Torre até á Cruz do Touro.
É preciso puxar pelo músculo e muito pulmão!


Toca a subir toda esta cumeada...

Uma "sentinela" atenta á nossa passagem


O, sempre espectacular, vale glaciário do alto Homem!

Cruz do Touro! Ou será "Cruz do Louro"? Fica aqui a interrogação.

Muito gelo na serra, a exigir alguns cuidados.


A caminho do Ramisquedo.



Vista total do Vale do Cabril, desde o seu limite Sul.

Ao longe o curral e cabana de Porto Covo!

Curral e cabana do Ramisquedo





O curral e cabana do Sono!

Eles "andem" por aí!

E de repente... Disfarçado pela vegetação... O fosso do Fojo Velho do Colado da Porta!


Vistas para a Cruz do Touro, ou Louro, e para o Alto das Eiras.

Cabana do Colado da Porta.

Alto do Corisco e o que resta da antiga casa da guarda.


Deixando para trás o Corisco, com o Rebordo Feio cada vez mais próximo.

Rebordo Feio (I)!


Um "zoom" ás duas torres: a Grande e a Pequena!

Apreciando a paisagem...

Rebordo Feio (II)!

Rebordo Feio (III)!

Alto do Rebordo (1.091m).

Os "irmãos Dalton"...

Curral e cabana de Travanquinha.


E por entre o arvoredo... o castelo de Lindoso!







Os famosos espigueiros de Lindoso.

E terminava assim mais jornada...
Um percurso soberbo, em excelente companhia! Grande dia!
Abraços aos camaradas e um obrigado ao Alexandre Matos pela cedência de algumas fotos.